Apresentações “Mobile Money” - 24 maio 2010

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Com iAds, Apple intensifica o contra-ataque à Google

quinta-feira, 17 de junho de 2010

O nosso amigo Amure Pinho, CEO da SyncMobile, escreveu um artigo sobre a estrategia da Apple para a revista Mac+.

No dia 8 de abril, a Apple anunciou a sua entrada no mercado de publicidade online. Apresentada como iAd Network e com data prevista de lançamento para o dia 1º de julho deste ano, a plataforma promete, segundo palavras de Steve Jobs, “combinar a emoção da TV com a interactividade da Web e oferecer aos usuários uma forma nova para explorar anúncios sem sair das suas aplicações favoritas”.

Publicidade dentro de aplicativos no iPhone e iPod Touch não são novidades (e os usuários de aplicativos gratuitos nestas plataformas sabem muito bem disso). O modelo de propaganda In-App (incorporada no app), com parte da renda revertida para os programadores, já foi largamente utilizada por empresas como a Admob e a Adwhirl no iPhone. E o modelo deu certo: a Adwhirl foi comprada pela Admob e em novembro de 2009, que por sua vez foi comprada pela… Google. A gigante do webadvertising pagou pela operação nada mais, nada menos que 750 milhões de dólares.

Para a Apple, isso não caiu bem. Ter a Google controlando a propaganda no seu celular não agradou e por isso a guerra foi declarada: tendo o controle total sobre o hardware e o software, a Maçã revisou as regras de propaganda no iOS e proibiu o envio de aplicativos com publicidade de redes independentes, como a Admob. Com uma manobra simples, a empresa de Jobs entra em um mercado pronto para ser explorado e ao mesmo tempo, deixa uma mensagem clara para a Google: cada um na sua.

Explicando melhor: o negócio da Google é vender anúncios. E para ter onde vender anúncios, ela desenvolveu (ou comprou) o Youtube, Google Earth, Chrome, Reader, Gtalk, News, Gmail, Orkut, TV, Android, etc….

O negócio da Apple é vender produtos, softwares e conteúdo. E para ter onde vender isso ela desenvolveu (ou comprou) Apple TV, Macbooks, iMacs, iPods, iPads, iPhones, iOS, Mac OS e iTunes Store.

Fica a pergunta: usuários ganharam publicidade inovadora ou comerciais obrigatórios?

Desenvolvedores ganharam mais uma maneira de rentabilizar seus aplicativos ou perderam o direito a alternativas?

A Apple demonstra, mais uma vez, que interpreta muito bem o papel de menino mimado: Ela chama todo mundo pra brincar no play, mas quando acha oportuno, muda as regras do jogo.

Ela é a dona da bola.

América Latina lidera expansão em entretenimento

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Puxado pelo Brasil, consumo de mídia e produtos culturais cresceu 3,9%, enquanto no mundo houve queda em 2009. Setor deverá crescer 8,7% ao ano até 2014 no país, de acordo com relatório da consultoria Pricewaterhouse.

A América Latina, liderada pelo Brasil, foi a região que mais cresceu em termos de gastos com mídia e entretenimento em 2009 -ano em que, no mundo, o setor encolheu. A alta na América Latina foi de 3,9%, atingindo US$ 50 bilhões, e a expectativa é que a região continue liderando o crescimento no setor pelos próximos cinco anos.

Os números constam de um relatório a ser divulgado hoje pela consultoria PricewaterhouseCoopers.
Pelas previsões da consultoria, o consumo de entretenimento e mídia na região deve crescer 8,8% ao ano até 2014, para US$ 77 bilhões. Desse total, US$ 35 bilhões serão gastos no Brasil (crescimento anual de 8,7% até 2014).
Em termos globais, a Price estima um crescimento anual de 5% de 2010 a 2014: de US$ 1,3 trilhão (2009) para US$ 1,7 trilhão (2014).

O estudo de 600 páginas prevê que nos próximos cinco anos as tecnologias digitais vão aumentar sua influência em toda a indústria. “A velocidade e o impacto do avanço tecnológico e das mudanças no comportamento do consumidor em todos os setores de mídia e entretenimento não têm precedentes”, diz Marcel Fenez, líder global da Price para a área.

O crescimento futuro do setor se dará basicamente em serviços digitais, embora a consultoria lembre que a maior parte das receitas ainda se encontra no mundo real (off-line) – e assim se manterá pelos próximos cinco anos.
O ritmo do avanço tecnológico também varia conforme a região e reflete questões de infraestrutura de rede e acesso. No Japão, a internet móvel é uma realidade, aponta o relatório: o país responde por 53% dos gastos globais com acesso à internet móvel.

Já o mercado de jornais, que não verá crescimento global algum até 2014, segue em alta em países como Índia e Brasil (avanço anual de 12,8% e 4,3%, respectivamente, de 2010 a 2014). “A indústria de mídia e entretenimento precisa encarar o digital não como um competidor dos serviços analógicos, mas como algo complementar”, diz o estudo. “Será preciso alimentar e sustentar as fontes tradicionais de receita e, ao mesmo tempo, usá-las para identificar como reposicionar o negócio.”

Para ilustrar a velocidade com que as tecnologias estão avançando, a Price lembra que, no ano anterior, sua previsão era de que as vendas de filmes em DVD cairiam 3,9% em 2009. Caíram 5,9%.

Os avanços tecnológicos, aliados à mudança no comportamento do consumidor, estão levando o conceito de fragmentação da indústria a níveis nunca vistos antes, afirma a Price.

Nas últimas décadas, a TV evoluiu de uma mídia com meia dúzia de canais analógicos para uma multiplicidade de canais temáticos. Com a digitalização, esse conteúdo de nicho está sendo veiculado em diferentes plataformas.

Fonte: Music News / Folha de S.Paulo

Vídeos - MobileMonday Rio “Mobile Money”

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Olivier Cognet, VP Mobile Financial Services, Nokia
Acesso pelo site MobileMonday Rio Desktop.

Amol Patel, Head of Emerging Markets, Paypal Mobile
Acesso pelo site MobileMonday Rio Desktop.

Lars Cosh-Ishii, Representative Director, Mobikyo
Acesso pelo site MobileMonday Rio Desktop.

Debate - “Mobile Money”
Acesso pelo site MobileMonday Rio Desktop.

Twitter: 2 bilhões de tweets em maio

quarta-feira, 9 de junho de 2010

O Twitter atingiu o número de 2 bilhões de tweets no mês de maio, de acordo com a empresa de monitoração web Pingdom, um site que monitora o serviço. É o dobro do resultado de dezembro, quando o serviço alcançou 1 bilhão de tweets pela primeira vez.

“Talvez o Twitter não chegue à marca de 6 bilhões de tweets por mês até o fim do ano, como havíamos previsto, mas é claro que a plataforma continua crescendo de maneira consistente. Dobrar o volume de mensagens em menos de seis meses não é pouca coisa ”, afirma o comunicado no blog da Pingdom.

Para Ezra Gottheil, analista da Technology Business Research, um crescimento tão sólido deve ser comemorado.

“Isso é muito promissor. A maioria dos serviços que crescem aceleradamente em seu início sofre uma grande queda depois. Parece-me que as pessoas estão encontrando utilidade no Twitter. Eu não tenho os dados, mas acredito que houve uma mudança no uso, os usuários estão se juntando a conversas sobre temas atuais e seguindo assuntos que lhes interessam.”

Esse novo levantamento é ainda melhor se se considerar a dificuldade do microblog em manter seus membros ativos. Em janeiro, um estudo da RJMetrics mostrou que o número de internautas cadastrados havia chegado a 75 milhões, mas que a taxa de crescimento vinha diminuindo e o de usuários inativos aumentando.

A pesquisa relevou que, no mês anterior, apenas 17% dos membros do serviço haviam tuitado pelo menos uma vez. No começo de 2007, quando o Twitter era uma companhia jovem e pouco popular, esse valor era de 70%.

“Você pode ter muitas pessoas testando o Twitter e perder grande parte delas, mas, ainda assim, aumentar o número de usuários e o nível de utilização”, afirma Gottheil. “Eu enxergo duas tendências positivas: alguns internautas estão aderindo à rede, outros estão passando mais tempo nela e interagindo mais frequentemente”.

Fonte: Computerworld